Dois nomes envolvidos com blockchain aparecem em lista de “pessoas que podem salvar o mundo”

Dois nomes envolvidos com blockchain aparecem em lista de "pessoas que podem salvar o mundo"

A revista GQ é uma publicação mensal feita para o público masculino que aborda temas como estilo, cultura, alimentação, cinema, fitness, sexo, música, viagens, esportes, tecnologia e livros. Na sua recentemente publicada lista com o título de “25 nomes que podem salvar o mundo“, Dawn Song e Dominic Williams são figuras envolvidas com blockchain e cujos projetos são tidos como importantes para sanar problemas.

Salvando o mundo com blockchain

Dawn Song é CEO da Oasis Labs, uma plataforma preocupada com a utilização de dados pessoais com segurança. Em um período onde é comum que escândalos como o da Cambridge Analytica apareçam, o trabalho executado pela Oasis Labs se faz muito necessário.

Song acredita em um modelo em que as empresas podem acessar os dados sem ver pontos individuais, informando sem revelar dados pessoais dos usuários da rede. A cientista da computação acredita que a blockchain é tecnologia por meio da qual será possível construir esse modelo, que ainda inclui a negociação livre de dados pessoais pelos seus detentores a troco de valores.

Quanto a Dominic Williams, ele ocupa o cargo de presidente e cientista-chefe da Dfinity, empresa de computação em nuvem baseada em blockchain. O plano da Dfinity é criar um sistema de computação em nuvem descentralizado, combatendo o monopólio exercido atualmente nesse mercado por Amazon, Google e Microsoft.

Para criar uma rede de computação em nuvem descentralizada, Williams utiliza tecnologia blockchain.

A lista conta ainda com brasileiros como Gustavo Guadagnini, diretor do The Good Food Institute no Brasil; Ricardo Galvão, ex-presidente do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e considerado pela revista Nature como o primeiro das dez pessoas mais importantes para a ciência em 2019; Thiago Mundano, idealizador do aplicativo Cataki, que une catadores e produtores de resíduos; e Célia Xakriabá, coordenadora do movimento Articulação dos Povos Indígenas (Apib).

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