Um dos maiores frigoríficos do Brasil usa blockchain em sua cadeia de produção

O Frigol é um dos maiores frigoríficos do Brasil, com 22% de participação do total que é exportado pelo país. Em 2018, sua receita bruta foi de R$1,6 bilhão. Segundo uma publicação do Money Times, agora ele também um frigorífico 4.0. Isso porque os quase três mil gados que adentram ao frigorífico diariamente são rastreados por tecnologia blockchain, enquanto soluções de inteligência artificial são aplicadas no momento da classificação da carcaça.

A blockchain trabalha em conjunto com outros dispositivos, como câmeras, sensores, balanças e leitores, instalados em várias áreas da indústria. Trata-se de um claro trabalho em conjunto entre blockchain e Internet das Coisas (IoT).

O diretor de operações da Frigol Orlando Negrão foi citado na publicação:

“Essas tecnologias trabalham em conjunto para oferecer total garantia: da pesagem à desossa.”

Luciano Pascon, CEO da empresa, completou:

“Na ponta, os consumidores também podem escolher os seus cortes com tranquilidade pois têm acesso à rastreabilidade completa dos alimentos, proporcionando transparência, segurança e garantia de origem.”

No Brasil, blockchain e pecuária já se comunicam desde o início de 2019. Conforme noticiou o CriptoFácil em abril, o Carrefour disponibilizou para suas unidades do Estado de São Paulo o rastreamento de carnes suína de sua marca própria, chamada Qualitá, por meio do programa da IBM chamado Food Trust.

Conforme também noticiado pelo CriptoFácil, a Sadia também faz parte da Food Trust, sendo possível rastrear alguns de seus produtos alimentícios. Basta escanear um QR code para que a origem do produto seja exibida por meio de informações armazenadas em blockchain.

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