Startup de São Paulo une reciclagem, combate à vulnerabilidade social e blockchain

Em São Paulo, a startup Molécoola, criada pelo empreendedor Rodrigo Jobim Roessler, busca atrelar valor ao lixo reciclado por meio de novas tecnologias, entre elas blockchain. Segundo a reportagem publicada pelo Estado de São Paulo, a empresa engaja a população por meio de um programa de fidelidade, no qual as pessoas podem trocar materiais recicláveis por pontos que são convertidos em produtos e serviços.

Roessler destaca que a ideia surgiu a partir de uma observação de como o descarte incorreto de produtos gerava prejuízos e poderia representar uma oportunidade de negócios. Hoje, a solução da startup já está presente em 10 lojas: Shopping Center Norte, Shopping Jardim Sul, Makro Lapa, Interlagos e Vila Maria, Shopping Metrô Tucuruvi, Maxxi Taboão da Serra, Leroy Merlin Morumbi, Parque Vicentina Aranha (São José dos Campos) e Jaguariúna – e deve inaugurar, neste semestre, mais 30 unidades na região da Grande São Paulo, indo até 150 km de distância da capital.
A rastreabilidade dos produtos é feita usando a tecnologia blockchain para garantir transparência sobre o destino dos itens. A Molécoola incentiva a reciclagem ao motivar os consumidores a levarem as embalagens até a loja mais próxima; adota a solução “one stop drop” – recebe todos os tipos de material pós-consumo (lata, papelão, plásticos, vidros, eletroportáteis, eletrônicos e óleo de cozinha) – e educa o consumidor no momento da entrega.
O empreendedor destaca também que pretende ampliar ainda mais a empresa e deseja criar, até 2025, cinco mil pontos de recebimento, impactar financeiramente sete mil famílias, coletar 350 mil toneladas de resíduo por ano, ampliar a presença em todos os Estados do Brasil e consolidar um modelo de expansão internacional.

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